Resumo
Este artículo aborda el concepto de colección como un modo de leer y organizar un corpus de análisis a partir de temas u objetos determinados. El problema metodológico que implica seleccionar e interpretar los componentes del corpus de estudio se ve ejemplificado en este caso a partir del abordaje del tema de la violencia política de la última dictadura militar argentina (1976-1983) y la exploración de las representaciones de la violencia política en la literatura infanto-juvenil argentina. Proponemos realizar un recorrido por los puntos de contacto entre el campo de las memorias y los modos de apropiación del pasado a partir de los postulados de Elizabeth Jelin (2002), que define las narrativas del pasado como relatos comunicables que contribuyen a la construcción de sentidos para el futuro. Las colecciones de lecturas organizadas a partir de las formas de representar la violencia en los textos destinados a niños publicados entre 1970 y 1990 se presentan como un legado para las nuevas generaciones que no vivieron los hechos y, al mismo tiempo, muestra que la colección como dispositivo de lectura aun hoy interpela las prácticas de selección y organización de material de una zona literaria marginada por el sistema cultural.
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