De la vulnerabilidad social a la permanencia estudiantil: la alfabetización informacional como “antídoto” para la deserción académica
Invest. Biblio. 107
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Palabras clave

Alfabetización Informacional
Vulnerabilidad social
Vulnerabilidad académica
Deserción universitaria
Bibliotecología crítica
Biblioteca universitaria

Cómo citar

Goulart Righetto, G. G., Veríssimo Ractz, G. V., & Gilli Tonolli, T. G. (2026). De la vulnerabilidad social a la permanencia estudiantil: la alfabetización informacional como “antídoto” para la deserción académica. Investigación Bibliotecológica: Archivonomía, bibliotecología E información, 40(107), 219–243. https://doi.org/10.22201/iibi.24488321xe.2026.107.59191
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Resumen

Este artículo tiene como objetivo presentar la alfabetización informacional como un “antídoto” estructural para la deserción en la educación superior brasileña, en la medida en que actúa sobre las múltiples dimensiones de la vulnerabilidad académica, la cual es comprendida como una expresión particular de la vulnerabilidad social. La investigación es de naturaleza exploratoria-bibliográfica y recurre a una selección de referencias con pertinencia teórico-conceptual alineada con los objetivos del artículo. La discusión y los resultados indican que la vulnerabilidad académica no se reduce a la insuficiencia de ingresos, pues abarca una dimensión epistémica (aquí identificada como injusticia epistémica) que permanece desatendida en las políticas institucionales de permanencia. La biblioteca universitaria es considerada como uno de los espacios institucionales mejor posicionados para operacionalizar esta restitución, siempre que las personas bibliotecarias trasciendan los modelos de servicio pasivo e integren el aprendizaje continuo en los procesos de acogida académica, articulando alianzas curriculares con el profesorado. La alfabetización informacional, en su génesis crítica, política y emancipatoria, actúa sobre los mecanismos que alimentan el abandono estudiantil. Desarrollarla en los estudiantes más vulnerables no es ofrecer un servicio complementario: significa restituirles la condición de sujetos epistémicos legítimos que la violencia simbólica de las estructuras sociales dominantes sistemáticamente les niega.

https://doi.org/10.22201/iibi.24488321xe.2026.107.59191
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