Resumo
Los documentos nacidos digitales (born-digital records) fueron producidos desde finales del siglo XX con elobjetivo de generar soluciones a las dificultades documentales,especialmente en ámbitos burocráticos. Sin embargo, esa producción masiva documental desbordó los límites de documentos producidos en la historia de la Humanidad, poniendo en riesgo tanto la autenticidad como su preservación a largo plazo. El objetivo de este artículo es, a partir de una necesaria revisión histórica de la diplomática y de la forense digital, elaborar un análisis profundo del campo de estudio de las dos disciplinas mencionadas para la contribución de un sistema de verificación de autenticidad del documento digital, así como establecer cómo la diplomática y la forense digital pueden crear mecanismos para la conservación y preservación documental a largo plazo. La metodología escogida es de naturaleza principalmente teórica, analiza los principales exponentes de las áreas mencionadas y sus principales presupuestos teóricos, y descriptiva, ya que mencionamos cada una de las contribuciones de mayor relevancia en la construcción histórica de las dos ciencias. Los resultados del artículo permiten clarificar que tanto la ciencia diplomática como la ciencia forense digital son ciencias complementarias que analizan y verifican la autenticidad jurídica, histórica y administrativa de los documentos nacidos digitales. Asimismo, ofrecen métodos para preservar esos documentos a largo plazo. Concluimos que es relevante incluir otro tipo de ciencias que puedan trabajar de forma transdisciplinar con las dos ciencias mencionadas, con el objetivo de ofrecer subsidios ideales que fortalezcas estas ciencias en los documentos actuales.
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